Lipo e silicone estão entre os procedimentos mais procurados por pacientes que desejam melhorar diferentes regiões do corpo em um mesmo planejamento cirúrgico. Enquanto a lipoaspiração atua principalmente sobre depósitos de gordura localizada, a prótese mamária pode aumentar o volume e modificar a projeção das mamas.
Por isso, uma dúvida aparece com frequência durante a consulta: é possível realizar os dois procedimentos na mesma cirurgia?
Em determinados pacientes, sim. Entretanto, combinar cirurgias não depende apenas da vontade de aproveitar uma única anestesia ou um único período de recuperação. O cirurgião precisa avaliar condições de saúde, extensão da lipoaspiração, características da cirurgia mamária, tempo cirúrgico previsto e riscos individuais.
Além disso, realizar dois procedimentos juntos não significa simplesmente somar duas técnicas independentes. O planejamento precisa considerar o corpo como um conjunto.
Por exemplo, a paciente pode desejar aumentar as mamas e reduzir gordura localizada no abdômen, cintura ou costas. Nesse cenário, as mudanças precisam conversar entre si para criar proporções equilibradas.
Por outro lado, existem situações nas quais separar os procedimentos pode representar uma estratégia mais adequada.
Estudos de grandes bases de cirurgia estética mostram que procedimentos combinados podem apresentar risco de complicações maior do que cirurgias isoladas em determinados grupos. Por isso, seleção cuidadosa da paciente e avaliação pré-operatória são essenciais.
Além disso, implantes mamários exigem acompanhamento ao longo dos anos. A FDA ressalta que próteses mamárias não devem ser consideradas dispositivos vitalícios e que algumas pacientes podem precisar de novas cirurgias no futuro.
Portanto, a decisão sobre realizar lipo e silicone juntos deve nascer de uma consulta completa, e não de uma regra aplicada igualmente a todas as pessoas.
O Dr. Celto Dalla Vecchia Jr. atua em Caxias do Sul com procedimentos de contorno corporal e cirurgias mamárias, sempre com planejamento individualizado e foco em resultados proporcionais e naturais.
Neste artigo, você vai entender como funciona a combinação, quais são os principais cuidados, como pode ser a recuperação e em quais situações o cirurgião pode recomendar realizar os procedimentos separadamente.
O que é a lipoaspiração?
A lipoaspiração é uma cirurgia de contorno corporal destinada à remoção de depósitos de gordura localizada.
Durante o procedimento, o cirurgião utiliza cânulas específicas para tratar determinadas regiões do corpo.
Entre as áreas que podem entrar no planejamento estão abdômen, cintura, flancos, costas, braços, coxas e outras regiões, conforme a anatomia da paciente.
Entretanto, a lipo não funciona como tratamento para emagrecimento.
Seu objetivo principal consiste em modificar contornos e proporções corporais.
Por isso, duas pacientes com o mesmo peso podem apresentar indicações completamente diferentes.
Além disso, qualidade da pele, localização da gordura e grau de flacidez interferem no resultado.
Se existe excesso importante de pele abdominal, por exemplo, a lipoaspiração isolada pode não resolver a principal queixa.
Nesse cenário, o cirurgião pode discutir outras alternativas, como a abdominoplastia.
O Dr. Celto aborda essas diferenças em seu conteúdo sobre cirurgia plástica para a região abdominal.
O que significa colocar silicone?
Quando pacientes utilizam a expressão “colocar silicone”, normalmente estão falando da mamoplastia de aumento com implantes.
O objetivo pode envolver aumento de volume, melhora de projeção ou maior equilíbrio entre tórax e restante do corpo.
Entretanto, escolher uma prótese não significa simplesmente selecionar um número em mililitros.
O cirurgião considera largura do tórax, quantidade de tecido mamário, espessura da pele, proporções corporais e expectativa da paciente.
Além disso, existem diferentes perfis e dimensões de implantes.
Por isso, duas próteses com o mesmo volume podem produzir resultados visualmente diferentes.
Outro ponto importante envolve a flacidez.
Quando existe queda significativa das mamas, aumentar somente o volume pode não resolver a posição da mama.
Nesses casos, o cirurgião pode avaliar uma mastopexia, com ou sem prótese.
Lipo e silicone podem ser feitos na mesma cirurgia?
Em pacientes adequadamente selecionadas, essa combinação pode fazer parte do planejamento.
Entretanto, o cirurgião precisa analisar o impacto total da cirurgia.
A extensão da lipoaspiração interfere diretamente nessa decisão.
Uma lipo de pequenas áreas representa uma situação diferente de um procedimento corporal amplo.
Da mesma forma, uma mamoplastia de aumento simples apresenta características diferentes de uma mastopexia mais extensa associada à prótese.
Por isso, o termo “lipo e silicone” pode representar cirurgias bastante diferentes de uma paciente para outra.
Além disso, estudos sobre procedimentos estéticos combinados apontam aumento de determinadas complicações quando cirurgias são associadas. Assim, o benefício de realizar tudo junto precisa ser comparado com o risco individual.
Portanto, não existe uma resposta automática de “sim” para todas as pacientes.
Qual é a vantagem de combinar lipo e silicone?
Uma possível vantagem consiste em realizar duas mudanças dentro de um único planejamento corporal.
Além disso, quando a associação apresenta indicação segura, a paciente passa por um período de organização e recuperação em vez de programar duas cirurgias completamente separadas.
Entretanto, conveniência nunca deve ser o principal critério.
A prioridade continua sendo segurança.
Outro benefício possível envolve a harmonia corporal.
Por exemplo, aumentar a projeção das mamas enquanto melhora o contorno da cintura pode alterar a percepção global das proporções.
Por isso, o planejamento precisa considerar resultado frontal, lateral e posterior.
Assim, o cirurgião não trata cada região como uma ilha.
Quem pode fazer lipo e silicone juntos?
A indicação depende de avaliação médica.
De maneira geral, o cirurgião analisa condições clínicas, exames, histórico de saúde, hábitos e características corporais.
Além disso, alguns fatores podem interferir na segurança da cirurgia.
Entre os pontos avaliados estão:
- estado geral de saúde;
- peso e composição corporal;
- histórico de trombose;
- uso de medicamentos;
- tabagismo;
- cirurgias anteriores;
- extensão prevista da lipoaspiração;
- tipo de cirurgia mamária;
- tempo cirúrgico estimado;
- exames pré-operatórios;
- necessidade de outros procedimentos.
Por isso, a indicação começa muito antes de entrar no centro cirúrgico.
O peso interfere na indicação da lipo?
Sim, porém a análise vai além do número mostrado pela balança.
A lipoaspiração não substitui emagrecimento.
Além disso, pacientes com maior índice de massa corporal podem apresentar riscos diferentes e resultados menos previsíveis em determinados contextos.
Um estudo com mais de 31 mil procedimentos de lipoaspiração identificou aumento do risco de complicações conforme fatores como idade, IMC e realização de cirurgias combinadas.
Por isso, o cirurgião pode orientar redução de peso antes da cirurgia quando entender que isso melhora segurança e resultado.
Entretanto, essa decisão precisa ser individual.
Quanto de gordura pode ser retirado na lipo com silicone?
Não existe uma quantidade universal adequada para todas as pacientes.
O volume depende da avaliação médica, das condições clínicas, da área tratada e dos parâmetros de segurança utilizados pelo cirurgião.
Além disso, quando a lipo faz parte de uma cirurgia combinada, o profissional precisa considerar o procedimento mamário dentro do planejamento total.
Por isso, perseguir a ideia de “retirar o máximo possível” não representa um bom objetivo.
O objetivo deveria ser alcançar uma melhora de contorno dentro de limites seguros.
Lipo e silicone deixam o corpo mais proporcional?
Esse pode ser um dos objetivos.
Entretanto, proporção não possui uma fórmula universal.
Algumas pacientes desejam mamas discretas e cintura mais marcada.
Outras preferem maior projeção mamária.
Por isso, o planejamento precisa respeitar anatomia e preferência individual.
Além disso, o tamanho do implante deve conversar com largura do tórax, quadris e estrutura corporal.
Um resultado proporcional normalmente nasce dessa análise completa.
É possível fazer Lipo HD e silicone?
Em determinados casos, sim.
A Lipo HD utiliza princípios de contorno corporal com maior atenção às transições anatômicas e à definição de determinadas estruturas.
Entretanto, nem toda paciente apresenta indicação para uma proposta de alta definição.
Quantidade de gordura, musculatura, qualidade da pele e anatomia influenciam o resultado.
Além disso, associar a técnica a uma cirurgia mamária exige a mesma análise global de segurança.
O Dr. Celto atua com contorno corporal e possui aperfeiçoamento em técnicas de LipoHD, além de realizar cirurgias mamárias em Caxias do Sul. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
É possível fazer lipo, silicone e abdominoplastia juntos?
Essa combinação existe dentro da cirurgia plástica, porém representa um planejamento mais amplo.
Quanto mais procedimentos são associados, maior pode se tornar a complexidade cirúrgica.
Além disso, estudos observacionais encontraram taxas maiores de complicações em determinadas associações, especialmente quando abdominoplastia é combinada com lipoaspiração ou cirurgias mamárias.
Por isso, quantidade de procedimentos não deveria ser tratada como vantagem por si só.
Em algumas pacientes, realizar etapas separadas pode oferecer um equilíbrio melhor entre objetivo e segurança.
Em outras, o cirurgião pode considerar uma combinação apropriada.
Portanto, somente a avaliação individual permite definir a estratégia.
Como escolher o tamanho do silicone quando também haverá lipo?
A escolha continua seguindo princípios semelhantes aos de uma mamoplastia de aumento isolada.
Primeiramente, o cirurgião avalia o tórax e a mama.
Depois, considera objetivos e proporções corporais.
Além disso, o resultado planejado para cintura e abdômen pode influenciar a percepção visual do volume mamário.
Por isso, olhar somente para o tamanho da prótese pode ser enganoso.
O perfil, a largura e a projeção do implante também importam.
Assim, o planejamento busca uma prótese compatível com o corpo, em vez de perseguir um volume popular nas redes sociais.
Silicone grande é sinônimo de resultado melhor?
Não.
Um implante maior modifica peso, projeção e relação com os tecidos.
Além disso, volume exagerado em relação à anatomia pode dificultar a busca por naturalidade.
Por isso, a escolha precisa respeitar os limites dos tecidos.
O próprio Dr. Celto trabalha com uma proposta de resultados naturais e individualizados, evitando aplicar o mesmo padrão corporal a pacientes diferentes. :contentReference[oaicite:2]{index=2}
A prótese de silicone dura para sempre?
Não deve ser considerada um dispositivo vitalício.
A FDA orienta que pacientes entendam essa característica antes da cirurgia.
Isso não significa que exista uma data fixa na qual toda prótese precise ser substituída.
Entretanto, implantes precisam de acompanhamento ao longo do tempo.
Além disso, complicações como contratura capsular, ruptura, alterações de posição, dor ou mudanças na mama podem indicar necessidade de avaliação e, em determinados casos, nova cirurgia.
A FDA também orienta monitoramento para possíveis rupturas silenciosas dos implantes preenchidos com gel de silicone.
Veja as orientações da FDA sobre implantes mamários.
Precisa trocar o silicone a cada dez anos?
Não existe uma regra universal que obrigue todas as pacientes a trocar a prótese exatamente após dez anos.
Entretanto, o acompanhamento precisa continuar.
O cirurgião avalia sintomas, exame físico, tempo do implante e exames de imagem quando indicados.
Por isso, a decisão de substituir uma prótese depende da situação encontrada e não simplesmente de uma data no calendário.
O próprio site do Dr. Celto possui conteúdo específico sobre a dúvida de trocar a prótese de silicone após dez anos, além de outros materiais sobre cirurgia plástica e segurança.
Quais são os riscos das próteses mamárias?
Toda cirurgia possui riscos e precisa de consentimento informado.
Entre as possíveis complicações locais relacionadas aos implantes estão infecção, hematoma, alteração de sensibilidade, contratura capsular, assimetria, ruptura e necessidade de nova cirurgia.
Além disso, existe associação entre determinados implantes mamários e o BIA-ALCL, um tipo raro de linfoma que se desenvolve ao redor do implante e aparece mais frequentemente associado a implantes texturizados.
A FDA também acompanha relatos raros de outros tumores na cápsula ao redor dos implantes.
Por isso, conversar sobre riscos antes da cirurgia faz parte de uma decisão informada. :contentReference[oaicite:3]{index=3}
Quais são os riscos da lipoaspiração?
A lipoaspiração também exige estrutura adequada, equipe preparada e seleção correta da paciente.
Entre as possíveis complicações estão hematoma, infecção, alterações de contorno, seroma e eventos tromboembólicos, entre outras intercorrências cirúrgicas.
Um estudo com mais de 31 mil casos encontrou uma taxa de complicações maiores de 0,7% quando a lipoaspiração foi realizada isoladamente na população estudada.
Entretanto, a associação com outros procedimentos aumentou o risco relativo de algumas complicações.
Por isso, interpretar um percentual isolado não permite prever o risco de uma paciente específica.
Consulte o estudo sobre segurança e fatores de risco na lipoaspiração.
Fazer duas cirurgias juntas aumenta o risco?
Dependendo dos procedimentos e das características da paciente, pode aumentar.
Uma análise de mais de 31 mil lipoaspirações observou maior risco relativo de complicações quando a lipo foi combinada com outras cirurgias estéticas.
Além disso, estudos sobre cirurgias mamárias também identificaram aumento de complicações em determinadas associações.
Por isso, a possibilidade de combinar procedimentos precisa ser avaliada individualmente. :contentReference[oaicite:4]{index=4}
Isso não significa que toda cirurgia combinada seja inadequada.
Significa que conveniência e segurança precisam ser avaliadas juntas.
Como funciona o pré-operatório de lipo e silicone?
O pré-operatório começa na consulta.
Primeiramente, o cirurgião precisa conhecer histórico de saúde, medicamentos, alergias e cirurgias anteriores.
Além disso, conversa sobre expectativas.
Depois, solicita exames conforme idade, condições clínicas e planejamento cirúrgico.
Também pode existir necessidade de avaliação anestésica ou de outros especialistas.
Outro ponto importante envolve medicamentos e suplementos.
Por isso, a paciente deve informar tudo aquilo que utiliza regularmente, sem suspender ou iniciar substâncias por conta própria.
Além disso, tabagismo exige atenção especial e deve ser discutido com o cirurgião.
Como é a recuperação de lipo e silicone?
A recuperação varia bastante.
Ela depende da extensão da lipo, técnica mamária, características individuais e orientações da equipe.
Nos primeiros dias, inchaço, equimoses e desconforto podem ocorrer.
Além disso, a paciente precisa respeitar limitações de esforço.
A lipo pode exigir cuidados específicos com as regiões tratadas.
Já a cirurgia mamária exige atenção aos movimentos e ao processo de cicatrização.
Por isso, quando os procedimentos são combinados, o pós-operatório precisa considerar as duas regiões.
O retorno ao trabalho também varia conforme atividade profissional.
Uma pessoa que trabalha sentada apresenta demandas diferentes de alguém que precisa carregar peso ou realizar esforço físico.
Quanto tempo até ver o resultado?
O resultado não aparece completamente na primeira semana.
Após a lipoaspiração, o corpo passa por um período de edema.
Além disso, tecidos internos precisam cicatrizar e se adaptar.
Nas mamas, inchaço e posição inicial também mudam gradualmente.
Por isso, comparar o resultado de poucos dias com fotografias finais de outras pacientes cria expectativas inadequadas.
O corpo precisa de tempo.
Além disso, cada pessoa apresenta ritmo próprio de recuperação.
Precisa usar cinta e sutiã cirúrgico?
Esses recursos podem fazer parte do pós-operatório conforme orientação do cirurgião.
Entretanto, modelo, compressão e tempo de utilização precisam ser individualizados.
Por isso, a paciente não deve trocar peças ou aumentar compressão por conta própria esperando acelerar o resultado.
Mais pressão não significa necessariamente melhor recuperação.
As orientações da equipe devem servir como referência.
Drenagem linfática é obrigatória depois da lipo?
O cirurgião pode indicar recursos de fisioterapia ou acompanhamento pós-operatório conforme a evolução.
Entretanto, frequência e momento de iniciar precisam respeitar a técnica realizada e a condição da paciente.
Por isso, não existe um pacote universal de sessões que sirva para todos.
Além disso, procedimentos agressivos realizados sem liberação médica podem prejudicar tecidos em recuperação.
Quando é possível voltar à academia?
O retorno acontece gradualmente.
Nos primeiros dias, a prioridade está na recuperação.
Depois, o cirurgião libera atividades conforme cicatrização e evolução clínica.
Além disso, exercícios de membros superiores merecem atenção depois da cirurgia mamária.
Por isso, seguir um prazo encontrado na internet pode ser inadequado.
A liberação precisa vir do profissional que acompanha o pós-operatório.
Como saber se vale fazer lipo e silicone juntos?
A decisão deve considerar muito mais do que economia de tempo.
Primeiramente, vale entender qual é a principal queixa.
Depois, o cirurgião analisa se os dois procedimentos realmente possuem indicação.
Além disso, precisa verificar se a associação mantém um perfil de segurança adequado.
Entre as perguntas importantes estão:
- qual mudança espero nas mamas?
- quais áreas realmente precisam de lipo?
- existe excesso de pele?
- uma mastopexia seria necessária?
- qual é minha condição de saúde?
- qual será a extensão da cirurgia?
- qual é o tempo de recuperação esperado?
- faz sentido realizar tudo junto ou dividir em etapas?
Essas respostas ajudam a construir um plano mais racional.
Lipo e silicone em Caxias do Sul: por que a consulta é tão importante?
Quem pesquisa por lipo e silicone em Caxias do Sul normalmente já possui alguma referência estética em mente.
Entretanto, fotografias servem melhor para explicar preferências do que para definir resultados.
Corpos possuem proporções, tecidos e anatomias diferentes.
Por isso, durante a consulta, o cirurgião precisa avaliar aquilo que pode ser modificado com segurança.
O Dr. Celto Dalla Vecchia Jr. é formado em Medicina pela UFCSPA, realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e especialização em Cirurgia Plástica pela UFSC. Atualmente, atua em Caxias do Sul com cirurgias corporais, mamárias, faciais e pós-bariátricas. :contentReference[oaicite:5]{index=5}
Além disso, seu trabalho prioriza naturalidade e individualização, buscando adequar cada procedimento à anatomia e às expectativas possíveis de cada paciente.
Conclusão: lipo e silicone podem fazer parte do mesmo planejamento, mas segurança vem primeiro
A busca por lipo e silicone normalmente surge de um objetivo bastante compreensível: melhorar mais de uma região corporal dentro de uma mesma jornada cirúrgica.
Em determinadas pacientes, essa associação pode ser considerada.
Entretanto, realizar dois procedimentos juntos não deveria ser uma meta por si só.
Primeiramente, cada cirurgia precisa apresentar uma indicação real.
A lipoaspiração pode melhorar depósitos de gordura localizada e contornos corporais. Entretanto, ela não funciona como método de emagrecimento e também não corrige todo tipo de flacidez.
Da mesma forma, colocar uma prótese não resolve automaticamente todas as alterações mamárias.
Quando existe queda importante, o cirurgião pode discutir mastopexia. Além disso, tamanho e formato do implante precisam respeitar as características dos tecidos e do tórax.
Depois, o profissional precisa avaliar a possibilidade de combinar os procedimentos.
Isso envolve estado geral de saúde, extensão da lipo, tipo de cirurgia mamária e complexidade total do planejamento.
Estudos mostram que determinadas cirurgias estéticas combinadas podem apresentar risco maior de complicações em comparação com procedimentos isolados. Por isso, a decisão precisa considerar o perfil individual e não apenas a conveniência de uma única recuperação. :contentReference[oaicite:6]{index=6}
Além disso, pacientes que consideram próteses mamárias precisam compreender que os implantes exigem acompanhamento ao longo dos anos.
A FDA reforça que eles não são dispositivos vitalícios. Entretanto, isso também não significa que toda mulher precise trocar a prótese obrigatoriamente em uma data fixa. :contentReference[oaicite:7]{index=7}
Por isso, informação faz parte da cirurgia.
Outro ponto importante envolve expectativa.
O objetivo não deveria ser reproduzir exatamente o corpo de outra pessoa.
As proporções precisam respeitar tórax, cintura, quadris, pele e demais características individuais.
Assim, o planejamento consegue trabalhar o corpo como um conjunto.
No pós-operatório, paciência também entra no processo.
Inchaço pode esconder o resultado inicial da lipo. Além disso, as mamas mudam gradualmente durante a recuperação.
Por isso, resultado final não deve ser avaliado poucos dias depois da cirurgia.
Se você pensa em realizar lipoaspiração e silicone, a primeira etapa não é escolher o volume da prótese nem definir quantos litros deseja retirar.
O primeiro passo é descobrir quais procedimentos realmente possuem indicação para o seu corpo e se realizá-los juntos representa uma estratégia adequada.
Em Caxias do Sul, o Dr. Celto Dalla Vecchia Jr. realiza avaliação individualizada para procedimentos de contorno corporal e cirurgias mamárias, considerando anatomia, objetivos e segurança em cada planejamento.
Porque uma cirurgia bem planejada não tenta fazer o máximo possível de uma vez. Ela busca fazer aquilo que realmente faz sentido para aquela paciente.
Perguntas frequentes sobre lipo e silicone
Posso fazer lipo e colocar silicone na mesma cirurgia?Em determinados casos, sim. Entretanto, a indicação depende da saúde da paciente, da extensão da lipoaspiração, do tipo de cirurgia mamária e da avaliação do risco total. Algumas pacientes podem se beneficiar de realizar os procedimentos em etapas.
Fazer lipo e silicone juntos aumenta o risco?
Cirurgias combinadas podem apresentar risco maior de determinadas complicações em comparação com procedimentos isolados. Por isso, o cirurgião precisa avaliar fatores individuais, extensão dos procedimentos e tempo cirúrgico antes de recomendar a associação.
Quanto tempo demora a recuperação de lipo e silicone?
O tempo varia conforme a extensão da lipoaspiração, técnica mamária, atividade profissional e evolução individual. O retorno às atividades acontece gradualmente e deve seguir a liberação do cirurgião responsável pelo pós-operatório.
Preciso trocar a prótese de silicone depois de 10 anos?
Não existe uma regra universal que determine troca obrigatória exatamente aos dez anos. Entretanto, próteses mamárias não são dispositivos vitalícios e precisam de acompanhamento. Alterações clínicas, exames e condição do implante ajudam a definir quando uma nova cirurgia pode ser necessária.
“A medicina é uma ciência da incerteza e uma arte da probabilidade.” Sir William Osler
Análise complementar, com base na internet:
Procedimentos combinados precisam de uma avaliação de risco específica
Uma grande análise de pacientes submetidos à lipoaspiração encontrou uma taxa baixa de complicações maiores quando o procedimento foi realizado isoladamente na população estudada.
Entretanto, quando a lipo foi combinada com outras cirurgias estéticas, os pesquisadores identificaram aumento do risco relativo de complicações, incluindo eventos tromboembólicos, complicações pulmonares e infecção.
Por isso, a decisão de realizar lipo e silicone no mesmo momento precisa considerar muito mais do que conveniência.
Além disso, idade, IMC e outros fatores individuais também modificaram o perfil de risco observado.
Cirurgias mamárias associadas a outros procedimentos também exigem cautela
Uma análise com mais de 73 mil cirurgias mamárias estéticas avaliou complicações relacionadas a diferentes procedimentos.
Os pesquisadores encontraram taxas gerais baixas de complicações maiores. Entretanto, determinadas associações cirúrgicas apresentaram risco superior em comparação com procedimentos realizados de forma isolada.
Além disso, idade e IMC apareceram como fatores associados a algumas complicações.
Por isso, a possibilidade de combinar cirurgias deve partir de uma avaliação individual do risco.
Fonte: PubMed – Aesthetic Breast Surgery and Concomitant Procedures
Estudos recentes continuam reforçando a importância da seleção da paciente
Uma pesquisa publicada mais recentemente comparou cirurgias estéticas isoladas e combinadas.
Os autores observaram maior frequência de complicações em determinados grupos submetidos a procedimentos associados, especialmente quando cirurgias corporais mais extensas faziam parte do planejamento.
Assim, os resultados reforçam que cirurgia combinada não deve ser analisada apenas pelo número de procedimentos.
Tempo cirúrgico, extensão, condição clínica e características da paciente precisam fazer parte da decisão.
Fonte: PubMed – Safety and Outcomes of Combined Aesthetic Surgical Procedures
Implantes mamários não devem ser considerados dispositivos vitalícios
A FDA orienta que pacientes compreendam que próteses mamárias não possuem uma duração garantida para toda a vida.
Além disso, quanto maior o tempo com o implante, maior pode ser a possibilidade de surgirem complicações que exijam acompanhamento ou nova cirurgia.
Entretanto, isso não cria uma regra automática de troca em determinado aniversário da cirurgia.
Por isso, acompanhamento com o cirurgião continua importante mesmo quando a paciente não apresenta queixas.
Fonte: FDA – What to Know About Breast Implants
Contratura capsular e ruptura estão entre as possíveis complicações das próteses
A formação de uma cápsula ao redor do implante faz parte da resposta do organismo. Entretanto, em determinadas pacientes, essa cápsula pode contrair e deixar a mama mais firme, dolorosa ou alterada.
Além disso, implantes podem apresentar ruptura.
No caso de próteses preenchidas com gel de silicone, algumas rupturas podem acontecer sem sintomas claros.
Por isso, a FDA recomenda acompanhamento e discute métodos de imagem utilizados para detectar alterações do implante.
Fonte: FDA – Risks and Complications of Breast Implants
A escolha do implante deve começar pela anatomia, e não apenas pelo volume
Implantes mamários apresentam diferenças de formato, perfil, dimensões e características de superfície.
Por isso, escolher apenas um número em mililitros simplifica uma decisão que depende de várias medidas corporais.
Além disso, largura do tórax, tecidos mamários e objetivo estético influenciam a escolha.
Assim, duas pacientes que recebem próteses com o mesmo volume podem apresentar resultados completamente diferentes.
Fonte: FDA – Types of Breast Implants
O planejamento do Dr. Celto combina contorno corporal e cirurgias mamárias de forma individualizada
O Dr. Celto Dalla Vecchia Jr. atua em Caxias do Sul com procedimentos como lipoaspiração, LipoHD, mamoplastia de aumento, mastopexia e outras cirurgias plásticas.
Além disso, sua apresentação profissional destaca uma abordagem voltada à naturalidade, segurança e adaptação do tratamento às características de cada paciente.
Por isso, a consulta permite avaliar não somente se lipo e silicone podem ser realizados, mas se os dois procedimentos realmente contribuem para o objetivo da paciente.